Chipre renunciou a todas as regras do COVID-19

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A obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção em ambientes fechados foi completamente removida, exceto em áreas de alto risco como hospital, transporte público e farmácias. A decisão foi anunciada pelo ministro da Saúde cipriota, Michalis Hadijpantela, que citou como principal fator a melhoria da situação epidemiológica.

"Recomenda-se que pessoas pertencentes a grupos vulneráveis ​​e pessoas que interagem com pessoas de alto risco usem máscaras", relata a mídia cipriota local, lembrando os cidadãos para serem cuidadosos.

Além disso, a partir de 31 de agosto, restaurantes, boates, estádios, igrejas e cassinos poderão usar sua capacidade total, o que significa que não há limite para o número de pessoas autorizadas a compartilhar esse espaço.

Os testes rápidos obrigatórios também foram descartados, mas o governo distribuiu um pacote gratuito de cinco autotestes para todos os alunos que retornaram do ensino fundamental e pré-escolar. Embora o requisito de teste obrigatório tenha sido removido, todos os alunos e professores devem concluir um autoteste antes de retornar à escola. Além disso, um teste rápido ou autoteste semanal será recomendado para todos, independentemente de estarem totalmente, parcialmente ou não vacinados.

“Após três anos, conseguimos flexibilizar as medidas atuais, pois os dados epidemiológicos mostram uma melhora significativa em nosso país. Continuaremos a conscientizar sobre a necessidade de aderir às medidas de proteção e os benefícios da vacinação contra o COVID-19, entre outros”, disse o ministro da Saúde.

As novas medidas indicam que Chipre está totalmente aberto aos turistas e, como revelou o ministro do Turismo Savvas Perdios, o país já atingiu 80% dos seus níveis pré-pandemia no turismo, recebendo quase quatro milhões de turistas em julho.

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