Passagens aéreas ficaram mais caras na Rússia após anúncio de Putin

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Na manhã de 21 de setembro, Putin fez um discurso que teve o papel de mobilizar a população para as armas. Ou seja, Putin anunciou a mobilização e ativação parcial de cidadãos em reserva, ou seja, aqueles que concluíram um curso de formação.

Imediatamente após este anúncio, os cidadãos russos correram para os sites das companhias aéreas e compraram passagens para os poucos destinos para os quais ainda podem voar. Nesse contexto, muitos voos estão esgotados ou os poucos assentos disponíveis acabaram custando até US$ 10. Os russos ainda podem viajar para destinos nos Emirados Árabes Unidos, Turquia, China ou países vizinhos.

Ao meio-dia, horário de Moscou, voos diretos da capital russa para o Azerbaijão, Cazaquistão, Uzbequistão e Quirguistão não apareciam mais no site, anuncia Notícias quentes.

Mas as autoridades do Kremlin ordenaram que as companhias aéreas não vendam mais passagens para homens entre 18 e 65 anos, mas apenas para aqueles com dispensa do Ministério da Defesa. A situação também não é mais calma na ferrovia. Centenas de milhares de homens querem comprar passagens para fugir de suas aldeias. Quem tem mais dinheiro, voa da Rússia para países como Turquia, Egito e Tailândia para ficar lá durante o período de mobilização.

Quase 300.000 reservistas são atualmente afetados por este apelo à mobilização, disse o ministro da Defesa russo, Sergei Șoigu. Em seu discurso à nação, Vladimir Putin especificou que a mobilização dessas forças civis é efetiva a partir de hoje, informa Digi24.

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