O risco de contrair a infecção COVID-19 em um avião é de 1 em 27 milhões de passageiros.

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Devido à pandemia COVID-19, a aviação comercial está a um passo do colapso. Nestes tempos de incerteza, mais e mais aviões permaneceram no solo. Embora as companhias aéreas não operassem voos, continuaram a incorrer em custos.

Os passageiros ficaram insatisfeitos com os voos cancelados e o fato de o dinheiro não ter sido devolvido. Por outro lado, há pessoas que agora têm medo de voar por medo de serem infectadas com o novo vírus. E essa desconfiança leva a uma diminuição do número de passageiros.

O risco de contrair a infecção por COVID-19 em um avião é muito baixo

Para encorajar as pessoas a voar, a IATA está revelando um estudo de pandemia. Desde o início de 2020, apenas 44 casos de transmissão SARS-VOC-2 foram relatados após voos comerciais.

Nesse período, mais de 1.2 bilhão de passageiros viajaram, resultando em uma média de 1 caso para 27 milhões de passageiros. E isso acontecia antes de o uso da máscara ser obrigatório no aeroporto e dentro da aeronave. Portanto, o risco de se infectar com COVID-19 no avião é muito baixo.

Estudos Airbus, Boeing e Embraer chegaram às mesmas conclusões, embora fossem ligeiramente diferentes dependendo dos modelos de aeronaves usados ​​na pesquisa.

Assim, foi demonstrado que o sistema de circulação de ar dentro da cabine controla o movimento das partículas, limitando a propagação do vírus. Os resultados dos três estudos coincidem com o baixo número de infecções, embora seja impossível determinar o número exato de infecções após os voos. O risco de infecção é um pouco maior em aeroportos, mas mesmo assim está bem abaixo da média de infecção em outros ambientes fechados.

ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) implementou um guia que deve ser seguido no aeroporto e no avião

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A ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional) implementou um guia que deve ser seguido no aeroporto e no avião. Isso inclui usar uma máscara, limitar a interação entre os passageiros, limitar os movimentos dentro da aeronave durante o voo, mas também simplificar os serviços a bordo. A maioria das companhias aéreas implementou essas medidas.

A este guia é adicionado o design da aeronave que oferece segurança extra ao trocar o ar da cabine, o que é feito de 20 a 30 vezes por hora. Ao mesmo tempo, os filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air) eliminam vírus em uma proporção de mais de 99.9%.

Os estudos realizados demonstram a colaboração e envolvimento de todos os que atuam neste setor para que os passageiros se sintam seguros a bordo das aeronaves. Outro estudo recente da IATA descobriu que 86% dos passageiros que voaram durante a pandemia se sentiram protegidos e medidas de segurança foram seguidas.

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