EUROPA ABRE para o turismo - Comissão Europeia apresenta proposta para passaporte digital europeu.

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A Comissão Europeia apresentou a proposta para o passaporte digital europeu. uma certificado verde digital, possivelmente disponível dentro de algumas semanas, o que "deverá facilitar o recomeço da viagem". O anúncio foi feito pela Presidente da CE, Ursula Von der Leyen. O aplicativo será gratuito e conterá informações sobre o proprietário: se ele foi vacinado ou se foi infectado pelo COVID-19. Os resultados dos testes de PCR também estarão lá.

“Queremos ajudar os Estados Membros para restaurar a liberdade de movimento de uma forma confiável", Von der Leyen disse hoje durante a apresentação do certificado digital. Documento “Garantirá que os resultados, com dados mínimos, sejam mutuamente reconhecidos em todos os Estados-Membros”, ela adicionou.

O passaporte digital estará no idioma oficial do Estado-Membro emissor e em inglês, e as informações serão exibidas por meio de um código QR, de fácil leitura diretamente do telefone. Para quem não tem smartphone, o certificado também pode ser em papel.

Bruxelas pretende apelar aos governos para que eliminem a quarentena ou solicitem um teste PCR para titulares de certificados digitais.

O passaporte só valerá até que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declare o fim da pandemia.

O novo certificado, que deve continuar a receber a aprovação dos Estados Membros e um Parlamento Europeu, não será usado apenas para viagens aéreas, mas também para quem viaja de carro ou outro meio de transporte, de acordo com o comissário de Justiça Didier Reynders.

Será temporário, durante a pandemia, até que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declare o fim da crise do COVID-19. Segundo Reynders, Bruxelas não vai propor a sua utilização para outros fins, mas apenas para viagens. A proposta é do agrado dos países do sul, altamente dependentes do turismo.

O ministro espanhol da Indústria, Comércio e Turismo, Reyes Maroto, disse ser uma boa notícia o facto de Bruxelas ter dado a conhecer a proposta. Além disso, sublinhou que as autoridades já estão a trabalhar para adaptar o regulamento europeu do certificado COVID-19 à legislação espanhola e aos conteúdos digitais que terá.

No entanto, outros países, como França ou Bélgica, expressaram relutância, argumentando que o certificado pode discriminar aqueles que não foram vacinados. A este respeito, a chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o documento não deve ser usado para facilitar viagens até que uma grande parte da população tenha tido a oportunidade de ser vacinada.

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