A TAROM recorre ao Código Aéreo pelo incidente ocorrido no voo RO 374, com destino a Bruxelas!

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A TAROM recorre ao Código Aéreo da Roménia, que classifica como ato criminoso o incidente causado pelo passageiro do voo TAROM RO 374 Bruxelas-Otopeni.

Depois de passar pelo controlo de segurança do aeroporto de Bruxelas, o passageiro apresentou um comportamento verbalmente agressivo e uma atitude inadequada, situação que suscitou o aviso final (Final Warning) da tripulação do voo TAROM, de acordo com os procedimentos de voo.

Além disso, para segurança dos passageiros, o comandante, em conjunto com a tripulação, considerou também pousar em aeroportos próximos à rota do voo, diferentes do de destino.

Esta opção foi abandonada pois ocorreram períodos de estabilidade comportamental e calma demonstrada pelo passageiro após o recebimento dos avisos. Após o pouso, a atitude do passageiro aumentou, momento em que a tripulação solicitou apoio tanto da equipe de segurança do TAROM quanto da Polícia de Fronteira.

Com a chegada dos representantes da Polícia, o passageiro recorreu a um gesto extremo de automutilação, retirando-se para a cabine de passageiros da classe Business. Para proteção dos passageiros, foi garantido o desembarque pela porta traseira da aeronave e o isolamento do local do incidente, para liberação de espaço, inclusive da equipe médica, a fim de prestar atendimento especializado ao passageiro, que agora se encontra internado no hospital para recuperação.

Durante todo o voo, bem como no momento do pouso e desembarque, a prioridade da equipe TAROM foi a segurança dos passageiros.

Neste momento, a Empresa Nacional de Transporte Aéreo TAROM SA avalia a instauração de uma ação judicial contra o passageiro, a fim de desencorajar essas manifestações, mas também de recuperar os danos causados. De acordo com o Código Aéreo da Roménia, as ações do passageiro enquadram-se em atos criminosos, puníveis com pena de prisão.

“Esperamos que as autoridades competentes também se tenham notificado e que sejam aplicadas as medidas necessárias para que os passageiros ou funcionários de qualquer operador de transporte, independentemente do tipo, não fiquem mais expostos a tais situações”, declara o diretor-geral da TAROM, Costin Iordache.

Lembramos que um passageiro, que voou com TAROM de Bruxelas para Bucareste, tornou-se recalcitrante durante o voo e puxou uma lâmina, cortando depois as veias. O homem era conhecido por ter doenças mentais desde 2010. Ele foi internado diversas vezes em psiquiatria e fez diversas tentativas de suicídio.

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